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O MENINO QUE DESCOBRIU O VENTO | Análise Crítica (com um tiquinho de spoiler)



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CORAJOSOS (filme) | Análise Crítica



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Resenha Crítica do Livro "A Resposta" e de sua adaptação "Histórias Cruzadas" (The Help)

Ola!

Hoje eu falo um pouco sobre o livro "A Resposta", e de sua adaptação "Histórias Cruzadas" (título original em inglês "The Help - autora: Kathryn Stockett). Você já assistiu? Que tal conferir minha crítica e depois comentar também?



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Resenha Crítica de Filme: Carrie, A Estranha

Muitas pessoas acreditam que um filme necessariamente fica marcado para alguém por ele ter sido um dos favoritos dessa pessoa. Mas não é isso que acontece em muitos casos. Alguns filmes marcam nossa história porque são assustadores demais, ou muito tristes, ou muito chatos, muito engraçados, ou até mesmo muito doidos. Lembro-me de um exemplo para esta última categoria perfeitamente bem, mesmo fazendo uns 13 anos desde que assisti ao filme. Pois trata-se de Carrie, A Estranha, primeira versão, que apesar de ser um suspense, chamou mais minha atenção por ser um tanto doido. O remake, feito ano passado (2013), traz a lindinha Chloë Grace Moretz e Julianne Moore, que considero uma atriz fantástica.

Sinopse: Carrie White (Chlöe) é uma adolescente extremamente reprimida por sua mãe Margarett (Julianne) que, com seu fanatismo religioso, não permite que Carrie tenha uma vida relativamente normal. Por conta disso, a menina não possui amigos, não tem permissão para fazer muitas das atividades normais da escola, e resumindo, vive em um isolamento quase total. Quando ocorre sua primeira menstruação, que por sinal vem meio tardiamente e justamente na escola, Carrie pensa estar tendo algum tipo de hemorragia, e por isso é totalmente ridicularizada pelas colegas e, mais tarde castigada por sua mãe, que acusa a filha de ter tido pensamentos pecaminosos, o que, segundo ela, foi o que ocasionou o sangramento. Passado algum tempo, Carrie percebe ter certos poderes paranormais, e decide aprimorá-los. Enquanto isso, uma das garotas que a ridicularizou no banheiro da escola se arrepende e decide tentar reparar o mal que causou a Carrie, então sugere que o namorado leve Carrie ao baile da escola. No entanto, nem todas as garotas estão arrependidas, e encabeçada pela mais cruel das garotas, uma armadilha é montada para que Carrie sofra uma humilhação ainda pior do que a que ocorreu no banheiro da escola.

Crítica: como falei anteriormente, faz bastante tempo desde que assisti à primeira versão do filme, uma adaptação do livro de Stephen King, que aliás o consagrou como o ícone da literatura de terror. Lembro-me que achei a produção bem interessante e até um tanto peculiar, porque não tinha visto, até então, nenhum tipo de suspense que se assemelhasse. Eu era adolescente e estava na fase de adorar suspense, mas era mais do tipo de suspense bobo, algo como Pânico Premonição. De qualquer forma, assisti a alguns clássicos também, como O Sexto Sentido, que adorei, e O Exorcista, que detestei. De qualquer forma, em termos de originalidade, creio que Carrie está à frente de muitos filmes de terror, o que não significa necessariamente que ele seja de uma qualidade ímpar. A versão mais nova é muito fiel à mais antiga, ainda não li o livro, mas tenho vontade. Apesar dessa fidelidade, tenho que ser sincera em dizer que Chlöe e Julianne não foram suficientes para tornar o filme tão maravilhoso e muito menos melhor que a versão mais antiga. Não que eu tenha achado o primor do cinema, mas ainda creio que a Carrie de 1976 é muito mais suspense do que versão mais nova. Agora vou deixar os pontos negativos pra lá e listar os pontos positivos do filme de 2013, sobre o qual de fato estou comentando: a escolha do elenco, embora não tenha tornado o filme uma grandiosidade, foi o tiro certeiro. Chlöe é uma graça de menina, e se encaixou perfeitamente no papel da "doce", timidamente linda e super acanhada Carrie (doce só até tirarem ela dos eixos). Julianne é uma atriz completa e consegue encarnar com competência qualquer personagem. Achei o máximo ver Judy Greer no papel de professora bondosa e empática, tentando punir aqueles que fizeram mal à Carrie. Ah! Como seria bom se todas as escolas tivessem professores assim. Agora falando sobre um elemento importantíssimo que é de responsabilidade do autor dessa história tão singular: o fato de a pobre Carrie não ter ficado quieta, o que obviamente traz a "magia" do enredo. Creio que a maioria dos espectadores do filme se sentiram vingados e aliviados por Carrie, porque vamos combinar que qualquer pessoa que faça alguém se sentir tão humilhado como Carrie se sentiu merece justiça das grossas. E a cena toda do baile e da vingança de Carrie foi o ponto alto do filme e deu uma sensação de "é isso aí, Carrie". Claro que essa torcida se deve ao filme, na vida real, certamente nós torceríamos por uma justiça menos bruta. Houve pontos negativos, mas não sei se vale a pena entrar nesses detalhes, porque a despeito deles o filme merece ser assistido.

Minha Nota: 7,0

Resenha Crítica de Filme: Até que a Sorte nos Separe

Demorei algum tempo para assistir ao filme Até que a Sorte nos Separeque inspirou a capa da nova edição do livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos. E para falar a verdade, não estava nem um pouco a fim mesmo porque, como já comentei aqui mais de um vez, de um modo geral acho os filmes brasileiros muito apelativos, embora ultimamente os produtores estejam tomando mais cuidado com esse detalhe. Não me leve a mal, não quero dizer que não há filmes estrangeiros (especialmente americanos) apelativos, com certeza há muitos. Mas como as opções são bem mais numerosas em outros países, a seletividade obviamente se torna mais facilitada. De qualquer modo, posso dizer que Até que a Sorte nos Separe me surpreendeu. Não que tenha sido uma coisa de outro mundo e muito fora das comédias brasileiras com as quais já estamos acostumados, mas posso dizer que parece que os produtores brasileiros estão definitivamente mudando um pouco o conceito de que apelar para a sedução é sinônimo de sucesso. Decerto já viram que as críticas negativas são imensamente maiores do que as positivas quando tentam essa tática.

Sinopse: Um casal de classe baixa se torna milionário de um dia para o outro depois que Tino, interpretado por Leandro Hassum, ganha na loteria. Após anos levando uma vida de pura ostentação ao lado da esposa Jane (Daniele Winnits) e seus dois filhos, com festas, viagens e gastos sem fim, Tino tem uma surpresa ao saber que sua conta está zerada, e que ele perderá muitos de seus bens. Ele terá uma opção para tentar reverter sua terrível situação: aceitar a ajuda de seu vizinho Amauri (Kiko Mascarenhas) que é contador. O único problema é que ambos nunca se deram bem, porque um não é a favor do estilo de vida do outro. Amauri, que critica a vida desregrada e desordenada de Tino e o culpa pela ruína da família, vive um paradoxo interessante, o excesso de ordem e regras em sua própria vida estão a ponto de destruir seu casamento. Nasce aí uma oportunidade de ambos trocarem experiências e até formarem uma boa amizade.

Crítica: Realmente há grandes motivos para dizer que essa produção me surpreendeu. Além de não ter sido tão apelativa quanto a maioria dos filmes brasileiros, o humor não ficou tão ruim quanto eu imaginava, se considerarmos o fato de que foi um humorista da Globo, daqueles mais forçados, que estrelou o longa. Nesse caso, a maior parte das cenas de humor foi bem divertida de fato. Outro ponto positivo foi a valorização da família, o que, vamos combinar, não é um clichê hoje em dia, especialmente quando a Globo Produções está envolvida. Mas, claro, o filme não tem lá grandes atributos, como originalidade e atuações brilhantes, por exemplo. Ele serviu para tirar umas boas risadas e bastou. Mas como comédia é uma coisa que realmente não se discute e não tem relação nenhuma com nível social, econômico ou intelectual, só tenho a dizer que o filme me agradou no momento em que o vi, mas não perderia meu tempo vendo de novo, e fico em cima do muro se alguém perguntar se eu o indicaria. Quem sabe sim, quem sabe não. Não sei o que dizer. Vou jogar a bola para você e esperar que você volte aqui e me diga o que você achou.

Minha Nota: 6,0

Trailer


Também achei o filme completo
Até que a sorte nos separe


Resenha Crítica de Filme: O Impossível

Já comentei aqui que sou fã de filmes catastróficos. Sinto um pouco de vergonha de assumir, já que vivo criticando produções que apelam para questões, digamos, instintivas para atrair o público. Sei lá, por que, mas as catástrofes me trazem um sentimento de esperança, além de claro, instigar minha curiosidade mórbida, o que faz parte na natureza do homem.

De qualquer forma, seja lá qual é a intenção real dos produtores quando lançam filmes catastróficos, a verdade é que a adrenalina sobe horrores nos momentos de tensão, quando o desastre começa a acontecer. Produções meia-boca, como 2012, por exemplo, tiveram como atrativo somente os efeitos, e um monte de cenas forçadas... ah! E umas tiradas de humor bem sem graça. Aliás, não entendo muito bem por que os produtores têm que enfiar piadinhas no meio dos filmes catastróficos, porque para mim, não cola. Só os efeitos e a emoção dariam conta do recado, sem dúvida. Outro exemplo bem claro de piadas sem noção está em Armaggedon. Não é o caso de Impacto Profundo, como já mencionei, ou Titanic, que oportunamente misturaram emoção ao enredo. Combina bem mais. Mas vamos ao filme de hoje, O Impossível.

Sinopse: o longa retrata a tristeza vivida por umas das família vítimas de uma das maiores catástrofes já ocorridas na história, o tsunami que atingiu a costa do sudeste asiático em 26 de dezembro de 2004 e matou mais de 220 mil pessoas em 14 países. No filme, o relato é de Maria (Naomi Watts), Henry (Ewan McGregor) e seus três filhos Lucas, Thomas e Simon. Depois do desastre, enquanto Maria consegue encontrar o filho mais velho Lucas e com ele luta para sobreviver, separados deles estão Henry e seus dois filhos pequenos, que fazem todo o possível para encontrar Maria e Lucas.

Crítica: Quem não ficou comovido, não somente com esse tsunami em questão, mas com tantos outros recentes que tiraram números absurdamente grandes de vidas, entre eles o que ocorreu no Japão em 2011? São histórias que nos fazem parar para pensar em muitas coisas. E a julgar pela minha pobre sinopse, o filme pode parecer bem sem graça, mas não é. Além dos excelentes efeitos e da bela atuação do elenco, especialmente da Naomi, o que mais dá riqueza ao longa é a série de cenas emocionantes. Aí, aqueles que não gostam muito de cenas comoventes, e até piegas, podem contar com as cenas de ação que ocorrem mais no início do filme, mas que rendem tanta tensão que compensam por todo o resto. Eu fiquei atraída pelos dois fatores: ação e pieguice, achei a combinação bem mais atraente do que ação e humor. Claro que existem alguns pontos negativos (ou não), por exemplo e como muitos críticos apontaram, os clichês, tão comuns em filmes do gênero. Reencontros milagrosos, pessoas que sobreviveram a acidentes terríveis, esse tipo de coisa. Daí eu me pergunto: se a história é baseada na história real dessa família, será que não teve um cadinho de enfeite na maneira como eles conseguiram se salvar? Óbvio, né? É filme. É só baseado em fatos reais, não é o retrato fiel da vida da família. Então, nada de ficar dizendo: "ai, capaz que foi assim", ou "capaz que eles sobreviveriam". Vai saber se eles não foram um milagre em meio a esse desastre. De um modo geral, o filme é ótimo. Grande produção.

Minha Nota: 9,0

Resenha Crítica de Filme: A Hospedeira

Depois de um bom tempo que li o livro A Hospedeira, venho dar as caras para dar minha insignificante opinião sobre sua adaptação ao cinema. E tenho que admitir que a opinião sobre o filme diverge, e muito, da crítica que fiz ao livro, que na época foi bem positiva.

Sinopse: A Hospedeira relata a história de um mundo bem diferente do atual em que vivemos. É um mundo perfeito, sem guerra, desonestidade, bagunça, doenças incuráveis. É o mundo ideal. Mas com um pequeno detalhe: não são exatamente seres humanos que vivem, ou pelo menos, que vivem ativamente nele. Quem realmente habita são seres, ou almas, como são chamados, que invadem a mente dos homens, e os dominam, vivendo em seus corpos como se fossem, de certo modo, parasitas. Alguns dos humanos resistentes estão à solta por aí, mas precisam se esconder para não se tornarem os próximos hospedeiros. Melanie Stryder (Saoirse Ronan) é uma dessas pessoas, que preferem a morte a serem dominados por esses seres. Mas, infelizmente, ela não consegue escapar e passa a dividir sua mente com uma alma, a quem apelida de Peregrina. A diferença entre Melanie e a maioria dos humanos dominados é que ela não permite que sua própria mente se esconda ou permaneça inativa até que entre em um estado de "coma" permanente. Melanie continua resistindo mesmo depois de ter sua mente invadida, e um fato raro acaba acontecendo, Peregrina é que passa a ser influenciada por Melanie e escapa dos Buscadores, ou de uma Buscadora em si (Diane Kruger), que desejam capturar os humanos resistentes. Quando finalmente conseguem sair da vista da Buscadora, ambas passam a viver uma aventura em busca das pessoas que Melanie tanto ama, e inclusive passam a viver um romance bem, digamos, peculiar, já que Peregrina se apaixona por Ian (Jake Abel), enquanto Melanie ama, como sempre amou Jared (Max Irons). Como ambas poderiam viver seus romances sem a interferência da outra, se fazem parte de um único corpo?

Crítica: É difícil se falar de um filme adaptado de livro sem compará-lo ao livro em si. Uma vez cheguei a levar uma bronca de um amigo cineasta quando ele disse que os filmes adaptados não são feitos unicamente para os fãs dos livros. E é verdade. Mas o que acontece, pelo menos comigo, é que a expectativa acerca de um filme adaptado acaba sendo enorme quando já me tornei fã do livro, porque imagino poder ver na tela aquilo tudo que imaginei quando corri os olhos pelas páginas, só que geralmente os efeitos da produção cinematográfica superam surpreendentemente minha pobre imaginação. Então é lamentável quando obras literárias tão geniais acabam se tornando filmes tão medíocres. E, lamento aos fãs, mas foi isso que senti com A Hospedeira. O que mais me chateia é saber que atores tão bacanas fizeram parte do elenco. O caso é que o enredo tão cheio de aventuras acabou se tornando um filme bem parado, sem grandes emoções. Não sei, mas parece que a Melanie e a Peregrina originais tinham mais ânimo, mais esperteza, e apesar de gostar pra caramba da Saoirse, achei ela muito fraca no papel da Melanie, embora carismática como sempre, e mais linda do que nunca. Enfim, não me agradou tanto quanto eu esperava.

Minha Nota: 7,0

Trailer

Resenha Crítica de Filme: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom

Se tem uma coisa que não sou é consumista compulsiva. Aliás, sou bem mão de vaca. Que o digam meus irmãos, meus amigos e meu marido. Lembro-me de quando era adolescente, que eu esperava até as roupas e os calçados estarem impossibilitados de serem usados, para aí então, ir às compras. Uma vez, em uma gincana da escola, em que os grupos foram divididos por cores, fiquei com a equipe preta. Bem faceira,  por sinal, porque estava na fase heavy metal e adorava preto. O caso é que, por incrível que pareça, eu não tinha sapatos pretos, nem um tenizinho sequer. Na verdade, lembro-me de ter somente um tênis claro todo surrado, um chinelo e uma pantufa daquelas enormes de bichos. Era pão dura demais! Então, ao invés de comprar um tênis preto, fiz algo inusitado só para economizar: comprei uma lata de tinta em spray, que era muito mais barata que o tênis mais fajuta da loja, e pintei todinho de preto o meu tênis branco, que estava até rasgado. Depois que todo mundo começou a perguntar de onde vinha o forte cheiro de tinta, tomei vergonha na cara e comprei uma Conga, que durou mais de cinco anos. Hoje melhorei um pouco, mas ainda não sou daquelas que fogem do controle sempre que passam por uma vitrine.

Resenha Crítica de Cinema: Corajosos

Há mais de dois anos, quando assisti pela primeira vez à história de Caleb Holt e sua incrível tentativa de salvar seu casamento, no filme baseado no livro homônimo À Prova de Fogo, fiquei bastante curiosa para conhecer a mente brilhante que havia conseguido produzir um filme evangélico, e conquistar fãs não necessariamente cristãos. Na minha mera e insignificante opinião, tal feito é uma grande conquista, já que, não sei porque motivo, geralmente os cinéfilos não gostam de misturar cinema com religiosidade, ou muitos dos que gostam estão escondidos por aí, como eu =). De qualquer modo, essa mistura, À Prova de Fogo, foi fascinante, tanto quanto outra produção dos irmãos Kendrick, intitulada Corajosos.

Resenha Crítica de Cinema: A Invenção de Hugo Cabret

Apesar de Martin Scorsese ser um dos grandes queridinhos de Hollywood, eu não sou assim tão fã desse diretor de mão cheia, à frente de 29 filmes. No entanto, há dois filmes dele que me conquistaram bastante, um deles A Ilha do Medo, está entre meus filmes de suspense favoritos, o que é um grande fato, se levar em consideração que eu não sou tão fã de suspense. Mas a produção bastante peculiar de Scorsese, e que rendeu 11 indicações ao Oscar de 2012 foi A Invenção de Hugo Cabret, uma mistura de drama, romance e aventura.

Resenha Crítica de Filme: Anjos da Vida - Mais Bravos que o Mar

Fiquei por um bom tempo relutante em assistir ao filme Anjos da Vida: Mais Bravos que o Mar, pois leiga sobre o enredo, acreditei que fosse algo do tipo Mar em Fúria. Com receio de que fosse me decepcionar, deixei pra lá, e nem procurei por informações, até que, depois de ver o comercial de reproduções seguidas do filme, uma vez em TV aberta e várias em TV fechada, resolvi matar minha curiosidade de vez, e assistir a essa produção, que é bem antiga já.

Resenha Crítica de Cinema: Amanhecer - Parte 2

Dizem que a experiência aumenta a qualidade. Em relação aos livros da Saga Crepúsculo, posso dizer que essa teoria não combinou muito bem, porque boa ou não, a história se manteve no mesmo ritmo do primeiro ao último livro. Mas em relação aos filmes, preciso concordar que a experiência, ou as demasiadas críticas negativas, fizeram com que os produtores se obrigassem a melhorar a qualidade depois do desastre que foi Lua Nova. E conseguiram mesmo tirar a saga da lama.

Resenha Crítica de Cinema: À Procura da Felicidade

O mundo está cheio de barbaridades, você não acha? E, vou ser honesta, essa repercussão excessiva dos problemas que assolam toda a face da Terra, como violência, miséria, intolerância, preconceito, tanto em noticiários, quanto em filmes e séries de TV, novelas, etc, me deixam um tanto incomodada. Afinal, apesar de aparentemente essas desgraças estarem aumentando, ainda há coisas boas para serem retratadas e servirem de inspiração para a sociedade. E já que a mídia tem um poder absurdo de influência, quem está por trás das câmeras deveria usá-lo para melhorar o mundo, e não piorá-lo.

Resenha Crítica de Cinema: O Outro Lado do Céu

Poucas pessoas sabem qual foi o primeiríssimo filme estrelado por Anne Hathaway. Muitos pensam que foi O Diário da Princesa, mas na verdade a personagem Mia foi o segundo papel da queridinha Anne. Ela primeiro tomou notoriedade na produção pouquíssimo conhecida O Outro Lado do Céu, que chegou ao Brasil anos depois de sua produção, mas atraiu um grupo seleto de pessoas que ficaram encantadas com a história e com a lição que passa, especialmente por ser baseada em fatos reais. Ainda assim, O Outro Lado do Céu, teve sua estreia adiada para que O Diário da Princesa fosse lançado primeiro, já que os produtores sabiam que o sucesso de Mia iria ajudar na promoção do outro filme.

Resenha Crítica de Filme: A Branca de Neve e o Caçador

É muito chato quando um ator se torna figurinha carimbada por determinada atuação, porque dessa forma, fica muito difícil deixar de associá-lo àquele personagem. Já falei de Daniel Hadcliffe, por exemplo, em sua atuação recente A Mulher de Preto e como foi esquisito não relacioná-lo com Harry Potter, embora um filme não tenha nada a ver com o outro. O mesmo aconteceu agora com Kristen Stewart e sua atuação em A Branca de Neve e o CaçadorE embora não tenha sido seu único papel além de Bella na Saga Crepúsculo, já que a filmografia da moça já está bem extensa, ainda assim, é um pouco difícil deixar de comparar sua atuação em outros filmes, e a sua interpretação, digamos, precária na Saga Crepúsculo. Mas tenho que admitir que a pressão em cima dela rendeu resultados bem positivos, pelo menos nesse filme.

Resenha Crítica de Filme: A Caixa

Sabe aquele tipo de filme que quando você assiste pensa que foi produzido sob o efeito de drogas? Isso porque o filme é totalmente fora da realidade e tão bizarro que você nunca imaginaria algo parecido. Alguns imaginariam, claro, senão ele não teria sido feito =)... Então, o filme A Caixa, já meio velhinho, é um desses filmes, sobre o qual você fica se perguntando: como o cara que escreveu o roteiro conseguiu inventar um enredo tão peculiar assim?

Resenha Crítica de Filme: Jogos Vorazes

Sou fascinada por filmes antigos. Mas uma das coisas bacanas de filmes novos é que você acaba conhecendo carinhas novas, ou ainda melhor, vendo as carinhas atuais de atores que você via como crianças nos filmes antigos. No tão famoso Jogos Vorazes, adaptação do livro de mesmo nome, de Suzanne Collins, vemos que Jennifer Lawrence (X-Men: primeira Classe) está em ascensão, e sua aparição em longas famosos está se tornando bem comum. E também vemos que Josh Hutcherson (Ponte para Terabítia e Zathura - Uma aventura Espacial) está enorme, deixou de ser criança e agora está um baita gato. Mas como não vim falar dos atores propriamente ditos, mas sim do filme que está fazendo um super sucesso, vamos ao que interessa.

Resenha Crítica de Filme: Enrolados

Para tirar o atraso das minha críticas, resolvi hoje pegar um filme bem ultrapassadinho já para dar minha avaliação. Não poderia deixar de postar sobre uma das produções mais queridas da Disney, e de muita gente nos últimos anos. Afinal, Hollywood agora deu para readaptar várias histórias infantis e mudar um cadinho da história, dando novas características aos personagens, acrescentando aventuras e procurando mesclar vários gêneros. É o caso de Enrolados, que conta a aventura de Rapunzel, a loira de cabelos muito longos, que fica seus primeiros 18 anos de vida trancafiada em uma torre escondida. Só que, claro, Enrolados tem um enredo um tanto diferente da história original, que eu não sei direito qual é, tantas foram as adaptações. Mas eu acho que esta aqui é a que chega mais perto ;).

Resenha Crítica de Filme: Criação

Desde muitos séculos atrás, o mundo vive uma divisão básica entre aqueles que acreditam na religião puramente, sem questioná-la, e aqueles que a descartam completamente e levam em conta a ciência, e tudo o que ela pode provar. Felizmente, de umas décadas para cá, evidências históricas e estudos mais aprofundados têm possibilitado uma conciliação entre ambas, e muitas pessoas, até mesmo grandes cientistas, como Albert Einstein, abraçaram e abraçam durante toda a vida a verdade existente entre as duas. No filme Criação2009, esse dilema é fortemente apresentado, ao trazer à tona uma parte da vida de Charles Darwin que poucos conhecem.

Resenha Crítica de Filme: Zona Verde

Para mim nunca é sacrifício assistir a algum filme que tenha Matt Damon no elenco. Além de ser um ator maravilhoso, com muito talento, ele é meu gatinho de Hollywood. Mas sem lengalenga. Hoje quero falar sobre o longa Zona Verde, de 2010, que apesar de não ser muito original em alguns quesitos, justamente por se tratar de um filme de guerra, traz uma novidade: não retrata os EUA como santos, e a oposição como o demônio.