Resenha Crítica de Filme: Jumanji

Quer conhecer uma de minhas características? Detesto silêncio absoluto (exceto à noite, claro). Durante o dia, enquanto faço minhas atividades, preciso ouvir música ou deixar um filminho rolando na TV, mesmo que eu não assista nenhum minuto. Música e filmes, duas de minhas paixões, dois companheiros íntimos e compreensivos para toda hora. Ontem, nessa doideira do dia, deixei em um dos canais do Telecine da TV a cabo, que adquirimos há pouco tempo, e que está me agradando bastante. Só não digo qual é a empresa pra não fazer comercial gratuito... rsrsrsrsr. Mas de qualquer jeito, ontem foi exibido um de meus filmes preferidos de infância, que me traz lembranças bem doces. Primeiro, porque a primeira vez que o vi foi numa Páscoa; segundo, porque foi numa época bem tranquila e feliz da minha vida; terceiro, porque traz no elenco dois de meus atores preferidos; e quarto, e que mais pesa, é porque o filme é bom mesmo.


Bonnie Hunt e Robin Williams (os tais atores preferidos) incrementaram consideravelmente a história fabulosa de duas crianças que se meteram numa encrenca danada depois que acharam um jogo mágico de tabuleiro. Estou falando do clássico Jumanji, que não foi assim tão aclamado, mas ficou na história, especialmente para as crianças. Não achava necessária a sinopse do filme aqui, mas como ele é antigo (1995), vale dar uma pequena lembrada, ou esclarecida para aqueles que ainda não assistiram. Dois jovens, Alan e Sarah, fadados a uma história romântica, ficam aturdidos com um jogo de tabuleiro antiquíssimo. Mas o menino recebe a punição de ficar preso em Jumanji, que é um tipo de selva cheia de perigos, até que outro jogador tire um número determinado no dado. Só que o coitado fica preso por um bocado de tempo, já que Sarah fica chocada com o que lhe acontece e desiste de continuar. Somente anos depois, outras duas crianças, Peter e Judy, encontram o tabuleiro e libertam Alan. O jogo não pode continuar sem um dos participantes, então, outro desafio: convencer Sarah a voltar. Desafio porque participar do jogo Jumanji foi a pior coisa que lhe aconteceu na vida. A partir daí, aventuras extraordinárias assolam a pequena cidade em que vivem, mas, pelo menos, permitem que Sarah e Alan finalizem o jogo e reparem suas vidas.


Apesar de ser um filme cheio de aventuras, mais classificado como infantil, a história aborda, com menos ênfase é claro, um tema bastante adulto, os problemas afetivos entre pais e filhos, o que rende uma boa reflexão. Não li o livro, mas o filme deu conta de agradar. Está na minha lista de preferidos com certeza. E a nota é óbvia:

Minha Nota: 10,0


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