Resenha Crítica de Filme: Mamma Mia

Mamma Mia, que filme chato

Apesar de minha paixão por música, tenho que ser sincera, não sou muito fã de musicais. Essa folia de a história ser contada com música não é meu estilo. Em todo o caso, alguns filmes ainda são tragáveis, como Molin Rouge e High School Musical, por exemplo. Em compensação, fico encantada quando vejo apresentações de músicas no meio de um filme romântico, como Um Amor para Recordar, Antes que Termine o Dia, ou mesmo biografias de bandas, que a todo momento apresentam suas obras no filme. No entanto, na maioria dos musicais, parece-me forçada a interpretação dos atores e pouco natural a maneira como eles contam a história quando, no meio do enredo, param de conversar e fazem um play back de uma canção.

Estou meio atrasada com o comentário, mas fui bastante relutante em assistir ao filme Mamma Mia. A história até é bem interessante. Uma menina que está prestes a subir ao altar, deseja muito convidar o pai para o casamento. Só que, detalhe, ela não faz ideia de quem seja ele. Porque a mãe teve envolvimento com três rapazes na época em que engravidou da menina. A solução para o problema foi ela mandar um convite para cada um dos três, cuja existência ela descobriu por intermédio de um antigo diário da mãe.

Apesar do bom elenco, que inclui Meryl Streep e Pierce Brosnan, e das trilhas sonoras de tirarem o chapéu, quase todas da banda sueca ABBA, a história deixou a desejar demais. Até estranhei a Meryl, com toda a bagagem que tem, fazer um filme tão sem graça assim. Não foi por ser musical que não gostei, mas sim por ser o musical mais forçado que já vi. De qualquer jeito, a bilheteria do filme ultrapassou a de Titanic. Então, o público deve ter visto algo no filme que eu não vi.

Minha nota: 4,0

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