Resenha Crítica de Filme: Os vampiros que se mordam

Como presumir que um filme é feito com intenções puramente comerciais? Cito três fatores bem claros: quando ele não tem nenhuma moral, quando as piadas, no caso das comédias, são forçadas, apelativas e sem graça, e quando os produtores usam um sucesso do momento e fazem uma paródia tosca para atrair os fãs desse sucesso. Alguns filmes capitalistas têm só uma ou duas dessas características, outros têm características que eu nem citei, e há aqueles filmes que são o extremo, têm todos esses fatores negativos que citei acima e muitos outros que nem se pode listar. Quer um exemplo? A sátira a Crepúsculo, intitulado Os Vampiros que se Mordam, lançado ano passado.


Já devo ter falado mais de uma vez aqui que detesto comédias forçadas, tais como essas sátiras de filmes de sucesso. O exemplo mais clássico para mim é Todo Mundo em Pânico, que se tornou o ícone de comédias podres em minha opinião. Daí, recentemente, tive a má sorte de assistir ao filme que tenta tirar proveito da saga Crepúsculo e apresenta um enredo totalmente vulgar e desagradável. Nem vou perder meu tempo descrevendo a sinopse desse filme, porque é basicamente a mesma história de Crepúsculo e Lua Nova, mas, claro, com o humor grotesco que deve haver nos filmes sarcásticos. Becca, a protagonista, tem expressões ridículas, forçadas e me fez perder a paciência no mínimo dez vezes. Edward até interpretou um pouco melhor, pelo menos não perdeu tanto o foco do personagem a quem ironiza. E os coadjuvantes, por favor, um pior que o outro. Expressões totalmente artificiais. Além disso, para não fugir da regra dos besteiróis, o filme é totalmente apelativo. Definitivamente, é um péssimo filme, e com certeza, não é uma boa opção de filme para eu avaliar, já que detesto besteirol.


Minha Nota: 1,0

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