Resenha Crítica de Filme: Eu e as Mulheres

Celebridades em Alta: Meg Ryan

Hoje é mais um dia de novidades para o blog. Estou criando uma coluna intitulada Celebridades em Alta, em que escreverei algumas informações pessoais sobre determinada celebridade. Mas, para não me prender a informações que podem ser conseguidas em muitos sites por aí, o ponto chave desta coluna serão as minhas avaliações, em outras palavras, minhas críticas a respeito de um filme protagonizado por essa celebridade.


E nada mais do que justo eu começar escrevendo a respeito de uma das minhas queridinhas, que, desde Cidade dos Anjos, passou a ser a minha segunda atriz favorita, perdendo apenas para a Sandra Bullock. Adquiri essa paixão porque, a quase cinquentona, acredite se quiser, Meg Ryan, tem um jeito singelo, meigo e humilde de atuar, às vezes até meio infantil, o que mais gosto nela. Sem vulgaridade, sem exageros, sem extravagância, ela encanta pelo profissionalismo e naturalidade diante das câmeras. Nem pude crer, ao buscar informações para a coluna de hoje, que a Meg é jornalista também. Mas minha colega de profissão nem chegou a atuar na área. Sorte nossa!

- Meg nasceu em 19 de novembro de 1961 em Fairfield, Connecticut, EUA.
- A filmografia dela é bem comprida, por isso é melhor você clicar aqui para saber.
- Devido à declarada rejeição da Academia de Cinema de Hollywood por filmes do estilo mais comumente protagonizados por Meg, ela não recebeu muitas indiações de prêmios. Foram três indicações ao Globo de Ouro, que é um pouco menos criterioso na escolha dos indicados do que o Oscar, pelos filmes Harry e Sally - Feitos Um Para o Outro (1989), Sintonia de Amor (1993) e Mensagem pra Você (1998). E mais cinco indicações de prêmios meio "chulé", pouco importantes para as celebridades.

O filme de Meg que me deu sono

É difícil pra mim ter que esculachar um filme em que Meg atuou. Mas geralmente gosto tanto dos filmes dela que achei mais justo levantar uma crítica sobre um dos poucos pobres protagonizados por ela. Então foi assim: há mais ou menos um mês, pedi pro Celso pegar um filme na locadora, já que era caminho do lugar onde ele ia. E falei "quero Eu e as Mulheres". Tenho que ser franca, disse pra ele que queria o filme porque eu já estava atrás dele havia um tempo. Mas a verdade é que estava naquela euforia toda por causa de Crepúsculo e aluguei mesmo porque queria ver outra atuação da Kristen Stewart. Veja bem o que foi que a moça da locadora respondeu ao Celso quando ele pediu pelo filme: "ninguém alugava essa coisa. Agora, só por causa da guria do Crepúsculo, o filme estourou".

Mas vamos para a crítica. Não é preciso se esforçar muito para entender por que ninguém gostou do filme. Ele é chato, com um enredo parado e que parece que nunca vai andar. Conta a história de um rapaz, Carter Webb (Adam Brody), que se isola na casa de sua solitária avó para cuidar dela e se dedicar à carreira de escritor. É quando ele conhece Sarah (Meg Ryan) e Lucy (Kristen Stewart), mãe e filha, que são suas vizinhas de porta. Ele se envolve demais com Sarah, principalmente depois que ela descobre um câncer. Além dela, a filha também se apaixona pelo rapaz. Depois disso não tem muita coisa. Minha opinião é que não vale muito à pena. Meg não deixou a desejar, brilhou tanto quanto em qualquer outro filme. Kristen até que não se saiu tão mal, mas creio que avalio dessa forma, porque já estou acostumada com a a atuação apática dela.

Minha nota: 5,0

Veja quais são minhas atrizes preferidas aqui.

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