Resenha Crítica de Filme: Avatar

Típica reprodução de batalhas do bem contra o mal, uma crítica à ambição humana, esbanjação de efeitos especiais ou uma romântica aventura? Embora Avatar tenha uma pitada de todas as descrições anteriores, eu gosto mesmo é de conceituar essa super produção de James Cameron como o maior e mais empolgante filme de ficção da história. Não é só uma amostra do que a tecnologia atual é capaz de fazer, mas uma aventura cheia de originalidade e impecável qualidade no que diz respeito a atuação e produção.

A história não é assim tão incomum. Basicamente retrata a descoberta de um mundo completamente diferente do que os habitantes da Terra estão acostumados a ver, e o interesse dos homens pelas riquezas que aquele mundo, chamado de Pandora, pode oferecer. Mas o mais incrível é a criação dos avatares, que são nada mais do que alguns dos próprios seres humanos transferidos para um corpo criado à semelhança dos Na’vi, nativos de Pandora, com o objetivo de entrar no planeta, respirar livremente e se relacionar com os habitantes.
Embora o avanço dos efeitos especiais da última década esteja sendo aproveitada em demasia pelos produtores apaixonados por aventura e ficção, Avatar não se enquadra na categoria de filmes manjados, mas, com certeza, entra para a história e ressuscita toda a empolgação de Cameron por produzir filmes aclamados, como foi o caso de Titanic.

Minha nota: 9,0

Mais detalhes nos sites Adoro Cinema e Cinema em Cena

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