Resenha Crítica de Filme: Tita & Eu

Plagiei o título de um dos filmes mais lindos e emocionantes que já vi. Uma linda produção e, pelo jeito, nada cara. Marley e Eu descreve tudo o que sinto pela minha pequena Tita, cachorrinha que nos acompanha desde 06 de junho de 2005. Como pode alguém dizer que um animalzinho não pensa? A minha Tita pensa, sabe exatamente como nos agradar, animar, obedecer, como fazer com que nos sintamos valiosos. Ela não pede nada em troca, exceto nosso carinho e atenção, mesmo que em alguns momentos sejamos tão egoístas que não pensemos em nada além de nossos interesses. Mas tudo bem, porque ela sabe perdoar nossas faltas, sabe compreender nossas burradas. Porque está ao nosso lado para nos animar sempre que permitimos. Ela não nega jamais nossa bajulação, mas entende quando nós negamos a dela. Eu não consigo compreender por que os cachorrinhos amam tanto seus donos, mas o fato é que amam, a ponto de dar a própria vida, independentemente de nossas atitudes. Eles nos amam genuína e incondicionalmente da maneira como somos.


Sinto falta da minha Tita. Ela não está comigo agora, mas logo a terei novamente e espero não me separar nunca mais dela. Quando assisti ao Marley e Eu quase infartei de tanto chorar, pela simplicidade, mas ao mesmo tempo, pela grande fidelidade de emoções que os atores demonstraram e com os quais me identifiquei o tempo todo lembrando-me da minha pequena Titinha. Nunca pudemos oferecer a ela grandes pátios, roupinhas chiques de cães de dondoca, uma casa grande pra ela explorar. Mas isso nunca importou pra ela, porque o que sempre quis foi a nossa companhia, mesmo que fosse em um apartamento minúsculo. Viajar pra ela nunca foi problema, porque ela ficava radiante por saber que era parte da família e que a levaríamos pra onde quer que fôssemos. A minha pequena Tita foi companhia para a Kaline desde o primeiro dia em que se encontraram. E, ao contrário do que algumas pessoas pensam, a Tita só fez bem para a maninha, tanto que a Kaline sente muita falta da Tita agora. Vou parar por aqui senão vou pifar o teclado com as lágrimas, mas deixo uma parte do filme para fechar meu post.


"Um cachorro não precisa de carrões, de casas grandes ou roupas de marca. Um graveto está ótimo pra ele. Um cahorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Dê seu coração pra ele, e ele lhe dará o dele. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?"

Minha nota: 9,0

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