Resenha Crítica de Filme: Jogos Vorazes

Sou fascinada por filmes antigos. Mas uma das coisas bacanas de filmes novos é que você acaba conhecendo carinhas novas, ou ainda melhor, vendo as carinhas atuais de atores que você via como crianças nos filmes antigos. No tão famoso Jogos Vorazes, adaptação do livro de mesmo nome, de Suzanne Collins, vemos que Jennifer Lawrence (X-Men: primeira Classe) está em ascensão, e sua aparição em longas famosos está se tornando bem comum. E também vemos que Josh Hutcherson (Ponte para Terabítia e Zathura - Uma aventura Espacial) está enorme, deixou de ser criança e agora está um baita gato. Mas como não vim falar dos atores propriamente ditos, mas sim do filme que está fazendo um super sucesso, vamos ao que interessa.

Sinopse: Em um mundo muito estranho, diferente e futurístico, mas parecido com o regime nazista do início do século XX, a população do país Panem vive sob o domínio de poderosos manipuladores, separados por 12 grupos, ou melhor, distritos. Uma das aventuras dessa nova era, e desses tirânicos que fazem de tudo para mostrar seu poder, é um reality show que tem como participantes jovens de 12 a 18 anos. Nesse programa, são sorteados dois participantes, um de cada sexo, de cada distrito para irem até uma zona de batalha, onde esses jovens lutarão bravamente até que sobreviva somente um participante, que será o grande vencedor de todos os distritos. Isso mesmo, esse reality show consiste em uma disputa mortal, em que somente um jogador sai vivo. Por isso, é um grande ringue mortal, literalmente manipulado pelos organizadores do programa, onde os participantes têm como objetivo matar cruelmente uns aos outros. No Distrito 12, a sorteada é uma jovem de 12 anos, que fica atemorizada ao ouvir seu nome. Mas sua irmã mais velha, Katniss Everdeen, não permite que sua pequena irmãzinha se submeta a tal horror e se voluntaria para ir no lugar dela. Peeta Melark é o outro sorteado, e vai até o campo de batalha com Katniss. Durante alguns dias, os participantes passam por treinamentos, que não parecem muito com o que eles enfrentarão no campo de batalha. Tanto que alguns oponentes fazem, inclusive, amizade. Mas quando chega o grande momento, Katniss e Peeta e o público do filme percebem que o programa é tenebroso, e muito mais cruel do que se imagina. Ainda assim, é possível formar uma aliança de amizade e mesmo de amor entre os que não colocam o poder acima de qualquer coisa.

Crítica: Levando em consideração que quando eu assisti ao filme, ele estava sendo exibido no meio de um bando de narradores, embora todos estivessem interessados, só posso dizer que o filme é ótimo, especialmente com a bela atuação da Jennifer e do Josh, que não deixaram a desejar em nada. O enredo é interessante e original, tanto que me instigou a providenciar logo a leitura da trilogia. Embora seja um tanto sangrento para o meu gosto, a produção não girou em torno da violência, mas sim da trama, que é provocativa, apreensiva e cheia de emoção e aventura. De um modo geral, o filme é incrível, e espero poder começar logo a leitura dos livros para matar a curiosidade. Afinal de contas, os problemas de Jennifer não acabaram, o que ficou bem claro no fim do primeiro filme da série. Só não gostei muito dos efeitos visuais, mas acho que a razão é eu não gostar muito de cenários futurísticos. Quero saber a sua opinião. E também a opinião da dona Nicoly, e da Kátia, que além de mim, eram as únicas evidentes interessadas no filme.

Minha Nota: 9,0


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