TPM: loucura das mulheres

Crise comum entre 75% das mulheres, a TPM (Tensão Pré-Menstrual) é pouco compreendida pela maioria dos homens, e por muitas de nós, mulheres. Mas que ela existe é fato, e já que é um incômodo que vai de suportável a desejo de assassinato, achei interessante pesquisar mais sobre a dita cuja e postar algumas informações.

Para começar, a TPM não se apresenta de uma maneira universal, quem sabe por isso é pouco compreendida. Ela é mascarada de 'n' maneiras. Eu, por exemplo, sofro de sentimentalismo ao extremo. Cerca de duas semanas antes de descer minha menstruação, entro em depressão profunda. O engraçado é não perceber, nessa hora, que a crise é causada pela tensão. Depois, quando minha mente entra nos eixos, vejo que todo o sentimento de inutilidade, baixa auto-estima e falta de confiança na vida é fruto dos distúrbios hormonais que afetam o sistema nervoso central pouco antes da menstruação.

Que fiquem sabendo alguns incompreensivos cidadãos do sexo masculino, a TPM não é nenhuma frescura ou manha, ela é fisiológica. A ciência ainda não comprovou muita coisa, mas pesquisas indicam que em casos intensos, a TPM afeta as endorfinas, substâncias hormonais que causam prazer, e o principal neurotransmissor responsável pelas emoções, a serotonina.

E não adianta simplesmente dizer para as afetadas que elas têm que esquecer os problemas. Os tratamentos para a TPM precisam de muita dedicação, e eles são relacionados com a alimentação, devido à carência de alguns nutrientes durante os dias de tensão, alguns exercícios físicos também podem ajudar e certos anti-concepcionais. Mas o melhor mesmo é conversar com um ginecologista de confiança. Esta semana mesmo eu vou lá.

Abaixo os principais sintomas da TPM. Algumas mulheres podem ter somente um e outras apresentar vários deles, sendo nesses casos, extremamente perigoso para a segurança de pessoas próximas, qualquer tipo de provocação ou mesmo de intimidade... rsrsrsrsrs

1.depressão, sentimento de desesperança, pensamentos auto-depreciativos;
2.ansiedade, tensão, nervosismo, excitação;
3.fraqueza afetiva, tristeza repentina, choro fácil, sentimento de rejeição;
4.raiva ou irritabilidade persistente, aumento dos conflitos interpessoais;
5.diminuição do interesse pelas atividades habituais;
6.sensação de dificuldade de concentração;
7.cansaço, fadiga fácil, falta de energia;
8.acentuada alteração do apetite;
9.distúrbios do sono;
10.sensação de estar fora do próprio controle;
11.inchaço e/ou sensibilidade mamária aumentada;
12.dor de cabeça;
13.dores musculares;
14.ganho de peso ou sensação de inchaço;

Fonte: Site Gineco

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