"A fórmula para receber respostas de Deus"

Gosto muito de observar os bebês, sua inocência, mas, principalmente, sua curiosidade. Uma vez eu estava apenas admirando a graciosidade do meu filho mais novo, na época com pouco mais de um ano, enquanto ele mexia em um pote com tampa e atentamente tentava descobrir como fechá-lo. Em determinado momento, depois de muitas tentativas, ele conseguiu. E nas tentativas posteriores, ele fez o mesmo sem grandes esforços, até que mais tarde ele simplesmente encaixava a tampa no pote com uma habilidade impressionante.

Vaguei longe em meus devaneios, mas foi em um curto período de tempo, comparando meu bebê com os adultos, que percebi que nossa experiência de vida, mesmo que com uma bagagem enorme, não torna os adultos menos ingênuos do que as crianças no tocante à verdade sobre Deus e toda sua grandiosa obra. Nós, adultos, diariamente fazemos descobertas, buscamos entendimento e respostas sobre os mistérios da vida.

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"Mais respeito e tolerância, por favor" - vídeo 2: Intolerância Política

Olá, pessoal! Tudo bem?

Estou aqui mais uma vez para ponderar questões acerca de respeito ao próximo e tolerância. E hoje trago minha impressão das últimas eleições e do "fervo" do eleitorado de ambos os presidenciáveis, porque os ataques à oposição ficaram evidentes como nunca nas eleições de 2014.

Não pense que não tenho uma posição política ou não fiz uma escolha entre os dois candidatos. Mas o que enfoco aqui e no vídeo é a minha percepção, e quem sabe a de muitas outras pessoas que também foram vítimas, da grosseria desmedida de algumas pessoas em relação à escolha do eleitorado oposto.

A escolha política é bastante pessoal e se for para discutir ideias e focar em qualidades do nosso candidato ou erros do opositor, quem sabe tenhamos mais crédito e sejamos mais ouvidos se as discussões acontecerem de forma pacífica e argumentativa.

Em outra ocasião, pretendo fazer um vídeo crítico sobre o que penso do governo da nossa 'presidenta' e ponderar questões importantes que certamente precisam ser discutidas. Mas agora gostaria de convidá-lo a assistir ao vídeo singelo que fiz sobre a intolerância tão evidente nas redes sociais acerca dos candidatos Aécio e Dilma. Depois convido também a deixar a sua própria opinião, tanto sobre o vídeo, como também suas próprias percepções das campanhas e do eleitorado brasileiro.

Abração!

Estreia da campanha "Mais respeito e tolerância, por favor" - Canal do Youtube

Olá, pessoal!

Dando uma breve passada no mundo blogosférico para colocar meu mais recente vídeo, estreando a ideia de uma campanha nova "Mais respeito e tolerância, por favor", na tentativa de fazer o povo das redes sociais acalmar um pouco os ânimos. Se você também acha que nós precisamos medir mais nossas palavras, que tal aderir à campanha também? =D

Abração!

Resenha Crítica de Filme: Carrie, A Estranha

Muitas pessoas acreditam que um filme necessariamente fica marcado para alguém por ele ter sido um dos favoritos dessa pessoa. Mas não é isso que acontece em muitos casos. Alguns filmes marcam nossa história porque são assustadores demais, ou muito tristes, ou muito chatos, muito engraçados, ou até mesmo muito doidos. Lembro-me de um exemplo para esta última categoria perfeitamente bem, mesmo fazendo uns 13 anos desde que assisti ao filme. Pois trata-se de Carrie, A Estranha, primeira versão, que apesar de ser um suspense, chamou mais minha atenção por ser um tanto doido. O remake, feito ano passado (2013), traz a lindinha Chloë Grace Moretz e Julianne Moore, que considero uma atriz fantástica.

Sinopse: Carrie White (Chlöe) é uma adolescente extremamente reprimida por sua mãe Margarett (Julianne) que, com seu fanatismo religioso, não permite que Carrie tenha uma vida relativamente normal. Por conta disso, a menina não possui amigos, não tem permissão para fazer muitas das atividades normais da escola, e resumindo, vive em um isolamento quase total. Quando ocorre sua primeira menstruação, que por sinal vem meio tardiamente e justamente na escola, Carrie pensa estar tendo algum tipo de hemorragia, e por isso é totalmente ridicularizada pelas colegas e, mais tarde castigada por sua mãe, que acusa a filha de ter tido pensamentos pecaminosos, o que, segundo ela, foi o que ocasionou o sangramento. Passado algum tempo, Carrie percebe ter certos poderes paranormais, e decide aprimorá-los. Enquanto isso, uma das garotas que a ridicularizou no banheiro da escola se arrepende e decide tentar reparar o mal que causou a Carrie, então sugere que o namorado leve Carrie ao baile da escola. No entanto, nem todas as garotas estão arrependidas, e encabeçada pela mais cruel das garotas, uma armadilha é montada para que Carrie sofra uma humilhação ainda pior do que a que ocorreu no banheiro da escola.

Crítica: como falei anteriormente, faz bastante tempo desde que assisti à primeira versão do filme, uma adaptação do livro de Stephen King, que aliás o consagrou como o ícone da literatura de terror. Lembro-me que achei a produção bem interessante e até um tanto peculiar, porque não tinha visto, até então, nenhum tipo de suspense que se assemelhasse. Eu era adolescente e estava na fase de adorar suspense, mas era mais do tipo de suspense bobo, algo como Pânico Premonição. De qualquer forma, assisti a alguns clássicos também, como O Sexto Sentido, que adorei, e O Exorcista, que detestei. De qualquer forma, em termos de originalidade, creio que Carrie está à frente de muitos filmes de terror, o que não significa necessariamente que ele seja de uma qualidade ímpar. A versão mais nova é muito fiel à mais antiga, ainda não li o livro, mas tenho vontade. Apesar dessa fidelidade, tenho que ser sincera em dizer que Chlöe e Julianne não foram suficientes para tornar o filme tão maravilhoso e muito menos melhor que a versão mais antiga. Não que eu tenha achado o primor do cinema, mas ainda creio que a Carrie de 1976 é muito mais suspense do que versão mais nova. Agora vou deixar os pontos negativos pra lá e listar os pontos positivos do filme de 2013, sobre o qual de fato estou comentando: a escolha do elenco, embora não tenha tornado o filme uma grandiosidade, foi o tiro certeiro. Chlöe é uma graça de menina, e se encaixou perfeitamente no papel da "doce", timidamente linda e super acanhada Carrie (doce só até tirarem ela dos eixos). Julianne é uma atriz completa e consegue encarnar com competência qualquer personagem. Achei o máximo ver Judy Greer no papel de professora bondosa e empática, tentando punir aqueles que fizeram mal à Carrie. Ah! Como seria bom se todas as escolas tivessem professores assim. Agora falando sobre um elemento importantíssimo que é de responsabilidade do autor dessa história tão singular: o fato de a pobre Carrie não ter ficado quieta, o que obviamente traz a "magia" do enredo. Creio que a maioria dos espectadores do filme se sentiram vingados e aliviados por Carrie, porque vamos combinar que qualquer pessoa que faça alguém se sentir tão humilhado como Carrie se sentiu merece justiça das grossas. E a cena toda do baile e da vingança de Carrie foi o ponto alto do filme e deu uma sensação de "é isso aí, Carrie". Claro que essa torcida se deve ao filme, na vida real, certamente nós torceríamos por uma justiça menos bruta. Houve pontos negativos, mas não sei se vale a pena entrar nesses detalhes, porque a despeito deles o filme merece ser assistido.

Minha Nota: 7,0

Vídeo - A justiça brasileira de justa não tem nada

Olá, pessoal! Estou iniciando uma novidade no blog: vídeos de opinião. Vou fazer comentários sobre os assuntos que trato no blog e também temas sociais, comportamento e tal. Abaixo você pode conferir a estreia! =)


Beijos

Resenha Crítica de Livros: A menina que roubava livros

Existem leituras que nos instigam a curiosidade por assuntos que não estão no topo de nossos interesses. Confesso que foram pouquíssimas as vezes que os detalhes sobre os fatos que acarretaram a Segunda Guerra Mundial e a política do grande Führer da Alemanha nazista chamaram minha atenção. Mas agora, graças à leitura da aclamada obra A Menina que Roubava Livrosque inclusive estava na minha lista de leituras havia pelo menos dois anos, estou deveras empenhada em buscar mais informações sobre o assunto. Nesta altura do texto, não dou detalhes da minha opinião sobre o livro, mas adianto que fiquei encantada ao ser presenteada por minha sogra com essa linda obra de extraordinárias palavras.

Informações Técnicas

Título: A Menina que roubava Livros
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca


Resenha Crítica de Filme: Até que a Sorte nos Separe

Demorei algum tempo para assistir ao filme Até que a Sorte nos Separeque inspirou a capa da nova edição do livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos. E para falar a verdade, não estava nem um pouco a fim mesmo porque, como já comentei aqui mais de um vez, de um modo geral acho os filmes brasileiros muito apelativos, embora ultimamente os produtores estejam tomando mais cuidado com esse detalhe. Não me leve a mal, não quero dizer que não há filmes estrangeiros (especialmente americanos) apelativos, com certeza há muitos. Mas como as opções são bem mais numerosas em outros países, a seletividade obviamente se torna mais facilitada. De qualquer modo, posso dizer que Até que a Sorte nos Separe me surpreendeu. Não que tenha sido uma coisa de outro mundo e muito fora das comédias brasileiras com as quais já estamos acostumados, mas posso dizer que parece que os produtores brasileiros estão definitivamente mudando um pouco o conceito de que apelar para a sedução é sinônimo de sucesso. Decerto já viram que as críticas negativas são imensamente maiores do que as positivas quando tentam essa tática.

Sinopse: Um casal de classe baixa se torna milionário de um dia para o outro depois que Tino, interpretado por Leandro Hassum, ganha na loteria. Após anos levando uma vida de pura ostentação ao lado da esposa Jane (Daniele Winnits) e seus dois filhos, com festas, viagens e gastos sem fim, Tino tem uma surpresa ao saber que sua conta está zerada, e que ele perderá muitos de seus bens. Ele terá uma opção para tentar reverter sua terrível situação: aceitar a ajuda de seu vizinho Amauri (Kiko Mascarenhas) que é contador. O único problema é que ambos nunca se deram bem, porque um não é a favor do estilo de vida do outro. Amauri, que critica a vida desregrada e desordenada de Tino e o culpa pela ruína da família, vive um paradoxo interessante, o excesso de ordem e regras em sua própria vida estão a ponto de destruir seu casamento. Nasce aí uma oportunidade de ambos trocarem experiências e até formarem uma boa amizade.

Crítica: Realmente há grandes motivos para dizer que essa produção me surpreendeu. Além de não ter sido tão apelativa quanto a maioria dos filmes brasileiros, o humor não ficou tão ruim quanto eu imaginava, se considerarmos o fato de que foi um humorista da Globo, daqueles mais forçados, que estrelou o longa. Nesse caso, a maior parte das cenas de humor foi bem divertida de fato. Outro ponto positivo foi a valorização da família, o que, vamos combinar, não é um clichê hoje em dia, especialmente quando a Globo Produções está envolvida. Mas, claro, o filme não tem lá grandes atributos, como originalidade e atuações brilhantes, por exemplo. Ele serviu para tirar umas boas risadas e bastou. Mas como comédia é uma coisa que realmente não se discute e não tem relação nenhuma com nível social, econômico ou intelectual, só tenho a dizer que o filme me agradou no momento em que o vi, mas não perderia meu tempo vendo de novo, e fico em cima do muro se alguém perguntar se eu o indicaria. Quem sabe sim, quem sabe não. Não sei o que dizer. Vou jogar a bola para você e esperar que você volte aqui e me diga o que você achou.

Minha Nota: 6,0

Trailer


Também achei o filme completo
Até que a sorte nos separe


Resenha Crítica de Filme: O Impossível

Já comentei aqui que sou fã de filmes catastróficos. Sinto um pouco de vergonha de assumir, já que vivo criticando produções que apelam para questões, digamos, instintivas para atrair o público. Sei lá, por que, mas as catástrofes me trazem um sentimento de esperança, além de claro, instigar minha curiosidade mórbida, o que faz parte na natureza do homem.

De qualquer forma, seja lá qual é a intenção real dos produtores quando lançam filmes catastróficos, a verdade é que a adrenalina sobe horrores nos momentos de tensão, quando o desastre começa a acontecer. Produções meia-boca, como 2012, por exemplo, tiveram como atrativo somente os efeitos, e um monte de cenas forçadas... ah! E umas tiradas de humor bem sem graça. Aliás, não entendo muito bem por que os produtores têm que enfiar piadinhas no meio dos filmes catastróficos, porque para mim, não cola. Só os efeitos e a emoção dariam conta do recado, sem dúvida. Outro exemplo bem claro de piadas sem noção está em Armaggedon. Não é o caso de Impacto Profundo, como já mencionei, ou Titanic, que oportunamente misturaram emoção ao enredo. Combina bem mais. Mas vamos ao filme de hoje, O Impossível.

Sinopse: o longa retrata a tristeza vivida por umas das família vítimas de uma das maiores catástrofes já ocorridas na história, o tsunami que atingiu a costa do sudeste asiático em 26 de dezembro de 2004 e matou mais de 220 mil pessoas em 14 países. No filme, o relato é de Maria (Naomi Watts), Henry (Ewan McGregor) e seus três filhos Lucas, Thomas e Simon. Depois do desastre, enquanto Maria consegue encontrar o filho mais velho Lucas e com ele luta para sobreviver, separados deles estão Henry e seus dois filhos pequenos, que fazem todo o possível para encontrar Maria e Lucas.

Crítica: Quem não ficou comovido, não somente com esse tsunami em questão, mas com tantos outros recentes que tiraram números absurdamente grandes de vidas, entre eles o que ocorreu no Japão em 2011? São histórias que nos fazem parar para pensar em muitas coisas. E a julgar pela minha pobre sinopse, o filme pode parecer bem sem graça, mas não é. Além dos excelentes efeitos e da bela atuação do elenco, especialmente da Naomi, o que mais dá riqueza ao longa é a série de cenas emocionantes. Aí, aqueles que não gostam muito de cenas comoventes, e até piegas, podem contar com as cenas de ação que ocorrem mais no início do filme, mas que rendem tanta tensão que compensam por todo o resto. Eu fiquei atraída pelos dois fatores: ação e pieguice, achei a combinação bem mais atraente do que ação e humor. Claro que existem alguns pontos negativos (ou não), por exemplo e como muitos críticos apontaram, os clichês, tão comuns em filmes do gênero. Reencontros milagrosos, pessoas que sobreviveram a acidentes terríveis, esse tipo de coisa. Daí eu me pergunto: se a história é baseada na história real dessa família, será que não teve um cadinho de enfeite na maneira como eles conseguiram se salvar? Óbvio, né? É filme. É só baseado em fatos reais, não é o retrato fiel da vida da família. Então, nada de ficar dizendo: "ai, capaz que foi assim", ou "capaz que eles sobreviveriam". Vai saber se eles não foram um milagre em meio a esse desastre. De um modo geral, o filme é ótimo. Grande produção.

Minha Nota: 9,0

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