Resenha Crítica de Filme: Rio

Não há como contestar que Carlos Saldanha é o diretor cinematográfico estrela de nosso país. Não só pelo incrível talento, mas também pelo sucesso que fez lá fora dirigindo os longas A Era do Gelo 2 e 3, com co-produção do primeiro filme da trilogia, além de outros menos conhecidos, como Robôs. Claro que ele aproveitou seu currículo magnífico e lutou para ficar pelos terrenos hollywoodianos mesmo, mas como um bom brasileiro, nunca abandonou completamente os ares da terra natal.

Conquistou de vez sua fama aqui e lá fora com o mais novo sucesso Rio, que conta a história de uma arara macho super caseiro e mimado, que foi contrabandeado para os EUA, perdeu-se assim que chegou e foi parar na casa de uma moça, que o criou como um filho, mas daqueles bem manhosos. Só que a arara era uma espécie quase extinta, e só tinha uma fêmea, que precisava acasalar com o único macho existente para procriar. O problema era que, diferente do mimado Blu, que nem sabia voar, a fêmea Jade era acostumada a desbravar o mundo, enfrentar os inimigos e bater asas. Quando encarcerada com o mimado pretendente, ela ficou furiosa e ambos acabaram se perdendo e tendo que enfrentar perigos bem fora do costume.

O filme tem efeitos visuais incríveis, músicas animadíssimas e um enredo original e bem bolado. É muito bom, mas como quase todas as produções "brasileiras" ou que mostram a cara do Brasil, apresenta pontos negativos demais sobre o país do futebol, embora mostre muita coisa linda também. Qualquer falha é aceitável numa produção tão exuberante.

Obs.: A partir de hoje minha críticas serão breves e sucintas

Minha Nota: 9,0



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