Uma ideia diferente

Hoje quero fazer uma postagem bem diferente. Como todo mundo, ou quase, estou buscando uma forma de melhorar o conteúdo do blog. Então, gostaria muito da opinião de você, meu visitante. Abaixo farei algumas perguntas. Gostaria, então, que você fosse bem honesto e as respondesse para que eu consiga atingir meu objetivo principal, agradar meu leitor. Você pode copiar as perguntas e respondê-las no comentário, ou simplesmente enumerar as respostas que acordam com as perguntas, ou mesmo dar uma respota geral que englobe todas as perguntas. O que importa é que você participe.

1. Você gosta de ler críticas de cinema e literatura?
2. Que tipo de postagens relacionadas a cinema e literatura você gostaria de ler aqui no blog?
3. Interessa mais para você ler postagens sobre Cinema ou Literatura?
4. Qual é o tipo de assunto abordado em blogs que mais atrai sua atenção?
5. Quanto tempo por dia você despende na internet com leitura?
6. Quantas vezes você já visitou este blog?
7. Se é a primeira, você sente vontade de voltar? Se não é a primeira, o que o fez voltar?
8. Deixe aqui sua opinião sobre o blog e o conteúdo, e se quiser, dê dicas de assuntos que possam ser abordados com mais frequência.

Obrigada
Cordialmente
Márcia Denardi

Resenha Crítica de Livro: O Mundo de Sofia

Falei recentemente a respeito de um livro fantásico intitulado O Dia do Curinga. Imaginei que a crítica surtiria efeito e, depois de um comentário de um leitor, que aprecia as obras do autor Jostein Gaarner, decidi que era hora de falar um pouco do mais renomado livro desse grande escritor, O Mundo de Sofia. O livro já tem quase 20 anos, mas mesmo as gerações mais jovem ouvem muito falar e lêem a respeito da menina que começou a receber cartas misteriosas de um professor de filosofia e se apaixonou pelos muitos mistérios da vida e da história da humanidade.


A história não se limita à filosofia, se assim fosse, a obra não teria se tornado tão apreciada no mundo todo, por tanta gente, mas, sem dúvida, só pelos aficcionados por filosofia. O que o tornou um sucesso foi a maneira como o autor brinca com os grandes temas da história introduzindo-os na vida de uma menina simples que viveu, de corpo e espírito, as grandes épocas da história, tendo a oportunidade de entender seus mistérios exatamente da mesma forma como os grandes pensadores, questionando-os e descobrindo-os.

Sofia é uma esdudante que está prestes a fazer 15 anos. Alguns dias antes de seu aniversário, começa a receber cartas misteriosas de um professor de filosofia, questionando a menina sobre os vários mistérios da vida, "De onde viemos", "Quem ela realmente é", etc. Aos poucos, Sofia se interessa por questões assim e passa a receber lições a respeito dos grandes dilemas da humanidade, e de detalhes históricos que explicam essas questões. Mas, junto com essas cartas, Sofia passa a "encontrar" pertences de uma outra menina, Hilde, a respeito de quem Sofia nunca havia ouvido falar. Além desses fatos meramente históricos, acontecem coisas muito estranhas com Sofia, até mesmo assustadoras, que a deixam muito desconfiada. Aos poucos ela entende qual sua relação entre o professor de filosofia e Hilde. A história parece sem graça a princípio, mas a partir de um momento específico, o leitor fica completamente absorto e se questiona se aquilo tudo é mesmo uma história ou se é real, e ainda, se a nossa própria vida é real mesmo ou é uma simples história contada por alguém.

Livro fantástico. Para falar a verdade gostei mais de O Dia do Curinga, mas achei a narrativa de O Mundo de Sofia incrível e faz qualquer um levar a vida mais a sério e querer obter explicação para tudo, porque tudo é muito importante, mas a longo do tempo, as pessoas perdem o interesse pelas coisas simples. Uma das lições que mais gostei foi a de que as pessoas deveriam sempre enxergar tudo com os olhos de um bebê que admira e aprecia tudo. Assim, seriam mais gratas pela vida que têm.

O livro foi adaptado para o cinema em 1999, mas não fez tanto sucesso quanto o livro, que vendeu mais de 20 milhões de cópias. Creio que o filme não tenha feito tanto sucesso porque foi filmado no país de origem do livro, a Noruega.

Minha Nota: 8,0

Resenha Crítica de Filme: 300


Demorei para assistir ao filme 300 porque me falaram tanto da sanguera que protelei ao máximo. Mas, enfim, gastei duas preciosas horas vendo a história dos 300 soldados de Esparta que enfrentaram um batalhão de, sei lá, 50 mil soldados e se safaram até certo ponto.

Mas não entendo, francamente, como é possível que tanta gente tenha comparado a produção em questão com Tróia. Por favor, gente, entendo que 300 foi um filme bem produzido, com ótimos atores, tem o mesmo estilo dos filmes épicos, incluindo Troia. Amo o Gerard Butler. Gostei de sua interpretação de Rei Leônidas, líder honesto, patriota e bom pai de família, embora seja fácil saber que as coisas não funcionavam bem assim naquela época. Gostei também do papel da esposa dele, Rainha Gorgo (Lena Headey), que, apesar de não ter conseguido desfazer aquela careta de maldosa, fez bem a personagem de rainha e mãe de família, fazendo jus ao esposo que tinha. Mas vamos ser sinceros. A qualidade não é, nem de longe, comparável a Troia. Afora o gênero do filme, são duas histórias completamente diferentes, com efeitos diferentes e produções completamente diferentes também.

Os 300 soldados espartanos se unem para acabar com o exército do Rei Xerxes (nosso Rodrigão Santoro) que queria invadir as terras de Esparta. A partir daí a história não se prolonga mais. Entretanto, quero pontuar algumas lições bem importantes evidenciadas no filme. O Rei Leônidas era extremamente bem organizado e amava sua família, não só a esposa e o filho, mas sua família de batalha. Organizado ao extremo e com uma estratégia de batalha muito eficiente, sabia como enfrentar (incluindo todo o grupo), milhares de soldados saindo intactos da batalha.

Como disse, uma ótima produção, mas não me agradou nem de longe tanto quanto Troia, se vamos compará-los. Mas é um filme bem textualizado, com uma história bem fundamentada. Santoro não ficou para trás. O gigantão interpretou muito bem o rei Xerxes. O filme é baseado em uma história em quadrinhos.

Não sei porque estou falando tanto. Acho que todo mundo já tinha visto o filme, menos eu... hehehehe...

Minha Nota: 7,0

Reflexão Literária: Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor

"Se a mulher conversa muito, é sinal de que gosta de você. Se ela não lhe dirige a palavra, você está encrencado"

Citação do livro Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor

Resenha Crítica de Livro: Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor?

"Por que mulher no volante não enxerga o meio-fio da calçada? Por que o homem não acha um pote de margarina na geladeira que está bem no seu nariz? Por que quando estressados os homens se calam e as mulheres falam tanto? Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor?". Quem nunca se fez pelo menos uma dessas perguntas? Ou quem nunca ouviu falar do grande sucesso que foi o livro do casal Allan e Barbara Pease desde o ano de lançamento (2000) até sempre?


Conversando com minha psicóloga recentemente, comentamos alguns trechos do livro Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor?, que trata das grandes diferenças existentes entre a mente e o coração do homem e da mulher. Já o li faz tempo, mas não dá para esquecer a genialidade dos autores que buscaram nas suas próprias experiências de casados, e nas de outrem também, uma maneira de encontrar um equilíbrio entre a distinção evidente dos sexos. E melhor, repassaram essas experiências para os leitores que os ajudaram, com certeza, a evitar assassinatos conjugais... hehehehe... É óbvio que estou brincando, mas digo isso porque os sentimentos e o modo de pensar da mulher e do homem são tão diferentes que é muito difícil que, especialmente na vida conjugal, os casais não entrem em conflito por detalhes tão banais, mas que sendo vistos de maneira tão particular, acabam se tornando um oceano dentro de uma caneca.

Apesar de ter sido escrito para ajudar os homens a entenderem um pouco melhor as mulheres (é possível isso?), e vice-versa, não posso classificá-lo como um livro de auto-ajuda, porque você não vai encontrar drama, pieguice, frases melosas de motivação, mas sim muito humor com as complicadas peculiaridades dos homens e das mulheres. O mais legal do livro foi o teste logo do início do livro que aponta o nível de masculinidade e feminilidade do cérebro. Depois dele, ficou mais difícil para mim julgar tanto os homens, porque meu cérebro pende para os dois lados, tenho muitas atitudes de macho... hehehe

Vou ter que acabar com um trecho do livro. Preste bem atenção, hein!

O relaxante passeio de carro pelo vale a apenas algumas horas de distância parecia o início de mais um fim de semana agradável. Como a estrada ficava cada vez mais sinuosa, serpenteando pelas encostas, John desligou o rádio. Assim, se concentrava melhor na direção. Não conseguia prestar atenção nas curvas e na música ao mesmo tempo.
- John - disse Allison, a namorada. - Quer tomar um cafezinho?
John sorriu.
- Não, obrigado, não estou com vontade - respondeu, pensando em como ela era atenciosa.
Minutos mais tarde, ele percebeu que Allison tinha ficado em silêncio e suspeitou que podia ter feito alguma coisa errada.
- Está tudo bem, querida?
- Tudo ótimo! - ela disparou.
Confuso, John perguntou:
- Então, qual é o problema?
- Você não podia ter parado? - Ela arfava, irritada. A mente analítica de John tentou sem sucesso identificar o momento em que ela teria pronunciado a palavra "parar". Quando disse isso a Allison, ouviu como resposta que "devia ser mais sensível" - ao sugerir o café, ela estava indicando que queria um.
- E eu sou obrigado a ler os seus pensamentos? - ele perguntou com ironia.
Outra exclamação masculina irritada que se ouve por toda parte é: "Vá direto ao ponto!" A mulher, quando quer insinuar ou fazer rodeios, usa um tipo de discurso indireto. Essa é uma especialidade feminina e serve a um propósito específico: a aproximação, evitando agressões, confrontos ou discordâncias. Cai como uma luva para o papel de guardiã da cria e defensora da paz. No campo profissional, o modo de falar feminino pode ser desastroso, pois os homens não conseguem seguir um raciocínio sinuoso e indireto e acabam virando as costas ao que talvez fossem boas sugestões e propostas. Uma conversa cheia de rodeios pode ser excelente para estabelecer relacionamentos, mas não serve de nada quando se trata do controle de um carro ou avião, em que as informações têm que ser absolutamente claras. Com um homem a fala indireta pode ser terrível. O homem percebe o que é dito literalmente. Mas, com prática e paciência, homem e mulher podem aprender a se entender.

Vai dizer que nunca aconteceu nada parecido com você? Das duas uma: ou você nunca namorou ou você é completamente surdo.

Clique aqui para ler um pouco mais do livro

Minha Nota: 8,0

Resenha Crítica de Filme: Ilha do Medo


A adolescência é um período da vida um tanto complicado. Dã! Essa frase parece aqueles trocadilhos óbvios que a gente é acostumado a ouvir de gente que pensa que é filósofo. Mas em todo o caso, é um fato real que na fase da adolescência acontecem tantas transformações e de forma tão inusitada e repentina que quase todo mundo nessa fase fica confuso e começa a gostar de coisas sem o mínimo sentido para ele só para ser parte aceita na sociedade. Conheço um monte de gente que não suporta suspense, mas que na adolescência assistia só para mostrar a "força" a "coragem", a "resistência". Quem me conhece um pouco hoje sabe que eu sou hiper mega sensível a sangue, cenas de violência, mortes macabras e grotescas no cinema. Mas na adolescência, amava ver filmes do estilo de Pânico e Eu sei o que vocês fizeram no verão passado. Sanguera pura, estilo totalmente oposto aos que me agradam atualmente. Posso dizer que suspense é o segundo gênero que menos me agrada, perdendo só para aquelas comédias forçadas.

Quem diria, então, que Ilha do Medo, com Leozinho DiCaprio, iria me agradar? Pois foi bem isso que aconteceu. O filme une suspense, investigação, e mostra que todo mundo pode viver num mundo, de certo modo, irreal.

Teddy Daniels (DiCaprio) é um agente federal que é mandado para um hospital psiquiátrico juntamente com um novo companheiro Chuck (Mark Ruffalo). O objetivo? Encontrar uma paciente misterosamente desaparecida. Mas um probleminha bem sério acontece durante sua investigação, além de ter alucinações com sua esposa falecida, Daniels descobre que existe um paciente a mais na clínica sobre quem não há registros, e as pessoas não gostam de falar. Mas ainda tem mais uma coisinha, em sua investigação, ele descobre que a vida desse paciente, o tal de Laeddis, e sua própria são muito próximas, e que sua ida a essa clínica não foi meramente um acaso.

Um dos melhores filmes de suspense que já vi. História fantástica. Não posso deixar de elogiar a atuação de DiCapario, que, de novo, mostrou que está no ramo certo. Adoro quando ele faz papéis em que precisa explorar o lado emocional dos personagens, porque é o momento em que ele mais mostra a qualidade de seu trabalho. Ruffalo é um ator fantástico também, embora eu não consiga desvencilhá-lo muito dos seus papéis em comédias românticas, ainda assim, na cara seriona de Chuck, ele não ficou para trás.

Minha Nota: 9,0

Resenha Crítica de Filme: Letra e Música

É difícil de acreditar que um filme que una Hugh Grant e Drew Barrymore não seja muito popular. Vou confessar que tenho certo receio de falar bem de filmes que não sejam, assim, tão originais. Fui esculachada pelo meu 10 ao Sherlock Holmes. A pessoa me disse que pelo jeito eu não ia muito ao cinema e que se eu fosse criticada quem sabe eu aprendesse a criticar... hehehehe... Tudo bem, opinião é opinão e escancará-la na web tem esse risco.


Mas voltando ao que importa. No filme Letra e Música Alex Fletcher (Hugh Grant) é um cantor quase esquecido pelo público, mas que guarda em sua memória e em sua história uma carreira de muito sucesso. Agora, mais velho, sem o mesmo reconhecimento, ele tem a oportunidade única de cantar um single com a maior cantora da atualidade, e que por grande sorte, é sua fã. Só tem um probleminha, a grande celebridade, Cora Corman, quer que ele seja o compositor da música que ambos vão lançar juntos em um grande show, caso contrário, não será firmada nenhuma parceria. Só que compor nunca foi o forte de Alex, e ele tem muito pouco tempo para apresentar a música para a equipe de Cora. Ele se vê em grandes apuros até que, casualmente, a substituta da florista oficial de Alex aparece em sua casa e interrompe a canção que um compositor de quinta está apresentando a ele. Encantado com o talento nato de Sophie Fisher (Drew Barrymore), a florista, Alex insiste que ela poderia ser sua única salvação.

Convenhamos que originalidade não é mais um elemento fundamental para se avaliar a qualidade de um filme, se fosse assim, pouquíssimas produções agradariam os críticos. Letra e Música, então, não é muito original, mas é uma história pra lá de divertida. Um filme para se assistir quando se está desanimado, quando a conversa entre amigos já acabou, quando está frio e não se tem muita coisa pra fazer. Adorei a atuação e o entrosamento dos protagonistas, e tem uma trilha sonora meio enjoativa, mas bem agradável de início. Um filme incansável. Pena que tenha algumas cenas vulgares e desnecessárias.

Minha Nota: 9,0

Reflexão Literária: O Alquimista

"E se ele deixasse que as ovelhas o guiassem apenas um pouquinho, ia terminar descobrindo mais coisas interessantes. 'O problema é que elas não se dão conta de que estão fazendo caminhos novos a cada dia. Não percebem que os pastos mudaram, que as estações são diferentes, porque estão apenas ocupadas com água e comida'.

Reflexão feita pelo pastor Santiago no livro O Alquimista de Paulo Coelho referindo-se às ovelhas das quais cuidava.

Será que muitas vezes não tomamos o lugar dessas ovelhas? Deixando de apreciar as coisas belas da vida porque nos preocupamos demais em adquirir nossos bens materiais e acabamos por deixar de lado outros detalhes que também são importantes?

Resenha Crítica de Livro: O Alquimista

Livro de Paulo Coelho vai virar gibi

O maior sucesso de Paulo Coelho e um dos maiores do mundo vai agora virar história em quadrinhos (Clique aqui para saber mais). Pra quem tem dúvida de que obra literária estou falando, vou lhe dizer, é O Alquimista. Preciso ser franca, não sou assim tão fã do autor em questão. Mas com este livro, ele acertou em cheio.


Um jovem pastor (no sentido literal) viaja para realizar um sonho. Na verdade, para desvendar um mistério, saber se um tesouro com o qual sonhou realmente existe. Mas ao longo de sua viagem, ele percebe que os maiores tesouros recebidos são o conhecimento que adquiriu, as pessoas que conheceu e a descoberta de sua Lenda Pessoal, que é o sonho que as pessoas desejam realizar no mais íntimo de seu coração.

Um livro com uma pincelada de auto-ajuda, o que geralmente desvaloriza a obra. Não foi o caso com O Alquimista, que de uma forma cativante, ensina muito, mas também diverte e interessa o leitor, não por ser uma estória com fatos sobrenaturais ou ficcionais demais, e sim por conter uma narrativa simples, incomum, mas simples, e muito bem colocada pelo autor. Livro de Paulo Coelho que mais transpareceu sentimentos nobres. O meu preferido dele.

Minha Nota: 9,0

Reflexão Literária: O Dia do Curinga

"O Universo está fervilhante de vida. Só que nunca saberemos se estamos ou não sozinhos. As galáxias são como ilhas solitárias, sem qualquer ligação entre si".

"Somos superinteligentes: sabemos construir bombas atômicas e foguetes para ir à Lua. Mas nenhum de nós se pergunta de onde veio. A gente simplesmente se contenta em estar aqui, dividindo com os outros este espaço".

O Dia do Curinga, Joistein Gaarder

Fim do Mundo: Ciência e Religião entram em leve consenso

Alguns acreditam que a Terra vai ser extinta em 2012, tendo como base uma profecia Maia. As escrituras Sagradas dizem que ninguém realmente sabe quando esse fato vai acontecer, exceto o Pai, mas que essa época está próxima. E a ciência, com estudos aprofundados, materiais históricos recuperados e a constatação de que a transformação da natureza está ocorrendo com tanta rapidez e em níveis tão elevados que os seres vivos não poderão suportar, começou a concordar que os "fanáticos" religiosos não estão errados.

Um dos meus canais favoritos na TV fechada, The History Channel, apresenta em vários horários durante a semana um programa chamado o Efeito Nostradamus que trata dos sinais que antecedem o Fim dos Tempos. Eu, como uma boa cristã mórmon acredito que estamos mesmo próximos do que muitos chamam de O Fim do Mundo, que culminará com o segundo advento de Jesus Cristo. Mas não estou aqui para falar a respeito do que acredito ou não, e sim para postar alguns desses episódios que ratificam sobre as transformações que levarão ao fim do mundo, bem como o cumprimento de profecias de antigos profetas da Bíblia e até mesmo a crença de renomados cientistas nessas profecias.

Só para esclarecer, não creio plenamente em todas as informações que foram documentadas nesses vídeos, e nem sei se as profecias de Nostradamus são profecias de fato ou são uma descrição subjetiva sobre as Escrituras, não sei, nem quero afirmar nada. Prefiro não opinar sobre esse grande estudioso. De qualquer forma, creio que as informações do programa são relevantes para preparar a humanidade para o cataclismo futuro, especialmente aqueles que não levam a sério a religião, e precisam de estudos "científicos" para crer. Este link também é muito bom.

Para começar, gostaria de postar um vídeo com a opinião de cientistas sobre a profecia dos maias que diz que o fim desta era ocorrerá em 2012. Sinceramente eu não sei se essa é a data mais precisa, mas creio que muitas das catástrofes mostradas no vídeo, que são do filme 2012, são um tanto próximos da realidade.









Resenha Crítica de Livro: O Dia do Coringa

A imaginação fértil é um dom dado às crianças que lamentavelmente, com raras exceções, estende-se à fase adulta. Creio que eu esteja sentindo necessidade de me infiltrar novamente nesse mundo e relembrar os sentimentos que tinha na minha tenra infância, pois casualmente vários filmes, livros e histórias tem me chamado a atenção para o que é irreal, porém belo. Já falei aqui a respeito do filme Onde Vivem os Monstros, que não me agradou muito, mas me fez sentir um pouco da alegria de infância de enxergar o mundo de uma perspectiva imaginária e não plenamente real.

Uma das obras literárias mais agradáveis para se vivenciar novamente os fascínios da infância e colocar a mente para viajar por um mundo com o qual não somos acostumados é O dia do Curinga de Joistein Gaarder. A história é fantástica e narra a viagem de um filho com seu pai pela Europa à procura da mãe, que foi embora porque queria "encontrar a si mesma". Logo no início da viagem, o menino ganha uma lupa que não por coincidência serve para ler um minúsculo livro que ele "encontra" logo no início de sua viagem. É a partir dessa leitura que Hans, o menino, mergulha na leitura e descobre ligações interessantes entre a história do livrinho e sua própria história. Ao mesmo tempo, o pai de Thomas aproveita o tempo livre que a viagem oferece para ensinar lições filosóficas importantes ao filho.

É incrível como o autor consegue expressar seu conhecimento sobre questões filosóficas um tanto complexas de forma tão clara e interessante que tanto crianças quanto adultos conseguem captar. Joistein é um grande filósofo, e de maneira não convencional consegue atrair a atenção para a filosofia, sendo que raramente sua narrativa é maçante e com essa arte de atrair a atenção brincando com as palavras, ele ensina e diverte ao mesmo tempo.

Minha Nota para O Dia do Curinga: 9,0

Resenha Crítica de Filme: Entre Irmãos

Imagine um pai de família, forte, casado com um mulherão e conclamado dezenas de vezes a defender o país na guerra, sendo considerado, entre todos os soldados, o melhor deles. Qual é a imagem construída com base nessas características? Eu imaginaria um homem mais ou menos como Russel Crowe ou no mínimo um Gerard Butler. Mas não é a respeito de nenhum desses dois que quero falar. Porque quem encarnou o papel de homem serião, extremamente responsável e forte foi o miudinho e desajeitado, mas já acostumado com papéis heróicos, Tobey Maguire, no filme Entre Irmãos.


Não quis de modo algum desmerecer ou subestimar a capacidade de Tobey, porque apesar da dificuldade de desassociá-lo da personalidade taxada pela interpretação como Homem Aranha, o homenzinho, com rosto de menino, foi fantástico no papel de Sam Cahill, e não deixou em nenhum momento a desejar no seu papel de pai, marido e trabalhador sério.

No filme, Sam é apaixonado por sua esposa Grace, papel da graciosa Natalie Portmann, que compartilha esse amor com o marido e com quem tem um relacionamento sério desde a adolescência. Mas apesar de insistência da esposa para que Sam não aceite a solicitação de ir à guerra, ele vai como prova de seu "heroísmo" e amor ao trabalho. Na mesma época, o irmão problemático Tommy, interpretado por Jake Gyllenhaal, sai da cadeia e se aproxima da família. Logo que chega ao Afeganistão, Sam e outros soldados sofrem um acidente e são tidos como mortos. Percebendo o sofrimento de Grace e especialmente das filhas do casal, Tommy se aproxima, preenchendo o vazio deixado por Sam. Mas Sam foi encontrado com vida, e horrendamente torturado física e psicologicamente por soldados talibãs. Consegue ser libertado, mas quando volta para casa, todos da família percebem que ele não é mais o mesmo, e que apesar de ter tido sua vida poupada, dificilmente vai recuperar as sequelas deixadas pelo sofrimento pelo qual passou.

Um filme muito bem produzido e com ótimas atuações. Mas não tem nada de novidade. Aliás, ele é um tanto previsível. Bastante cheio de clichês. E muito triste, não é um filme a que se assista num momento de depressão. Gostei o suficiente para apreciá-lo, mas não para assistir mais do que uma vez.

Minha Nota: 7,0

Resenha Crítica de Filme: Passageiros

Robert Pattinson? Taylor Lautner? Brad Pitt? Que nada, são todos uns feiosos perto do desconhecido, mas encantador Patrick Wilson. Matt Damon, você perdeu seu posto de mais bonito de Hollywood pra mim. Mas tudo bem, não estou aqui para avaliar características físicas de ninguém, mas sim a produção Passageiros, de 2008, protagonizado por Anne Hathaway e o já mencionado Patrick.


Anne interpreta a terapeuta Claire Summers, que trata de passageiros sobreviventes de um desastre aéreo. Depois de algumas investigações, começa a desconfiar que o acidente, na verdade, não foi bem um acidente, mas sim uma armação da companhia aérea. Além desse mistério, que a terapeuta quer desvendar, ainda há mais um probleminha, ela comete deslizes éticos quando se envolve afetivamente com um de seus pacientes.

Considerando o fato de o filme não ter feito nenhum sucesso, não ter grandes efeitos, e que os atores, com exceção de Anne, são bem desconhecidos, eu até poderia dizer que foi uma produção de segunda, bem xexelenta. Mas não poderia ser tão hipócrita assim com minhas avaliações. O filme não é muito original, e é até meio monótono inicialmente, embora eu não tenha sentido vontade de parar de ver em nenenhum momento, mas é empolgante, e tem um final muito bem planejado e executado. Uma ótima produção, apesar das horrendas críticas dirigidas a ele.

Minha nota: 8,0

Vote em Davi Denardi

Meu maninho querido, desculpe-me, mas não tinha como deixar de fora sua campanha política.

E para aproveitar o ensejo, quero postar a matéria que foi publicada, no portal da Satc, sobre a exposição de arte que reuniu grandes artistas, incluindo o meu maninho badalado Davi Denardi, melhor artista do mundo.

Eu te amooooo!

Fonte: Satc

Resenha Crítica de Filme: Onde Vivem os Monstros

Muita gente classificou Onde Vivem os Monstros como um filme infantil, mas melhor dizendo, ele é mais um filme sobre infância, que com certeza agrada mais adultos do que crianças, já que trata de conflitos internos bem profundos, que crianças, até mesmo as crescidinhas com seus 12 anos, vão ter dificuldades de compreender.

Max, um menino de seus 10 anos, desentende-se com sua mãe e sai correndo pelas ruas escuras de seu bairro, até que chega a um barco e navega até uma ilha distante e desconhecida. Lá chegando encontra vários monstros, com quem constrói um relacionamento amigável e afetuoso. Mas, liberto das exigências de sua mãe, o menino põe todos os seus anseios para fora, e fingindo ser um rei de outro mundo, põe "ordem" ao lugar, a seu modo, fazendo muita bagunça. O que ele não esperava é que esse seu modo de viver acabaria lhe dando dor de cabeça.

Claro que tudo é fruto de sua imaginação, mas uma imaginação bem real para o garoto. E com certeza o filme ensina algumas lições. O menino, solitário e revoltado por não ter amigos, ter uma irmã mais velha que não lhe dá atenção, e uma mãe atarefada que não tem tempo para ele, foge de seu mundo real acreditando que os problemas ficarão para trás, mas aprende que eles correm atrás dele, onde quer que ele esteja. E que às vezes nós vemos "defeitos" somente nos outros, mas esquecemos que nós também somos seres humanos, imperfeitos e cheios de conflitos a serem resolvidos. Para os pais gera uma boa reflexão de que os filhos precisam muito de carinho, atenção e pelo menos um irmãozinho... rsrsrsrs...

O filme é interessante e bem peculiar, mas é um tanto chato, desgastante, não oferece muita novidade. Mas tenho que dar um crédito para a atuação do menino, ele é uma graça e representou direitinho as características de uma criança confusa de 10 anos.

Minha nota: 7,0

Resenha Crítica de Livro: Operação Cavalo de Troia

Estou despendendo espaço demais para filmes. Minhas críticas estão se estendendo muito pouco para livros. Por isso, hoje vou falar um pouquinho sobre uma obra fictícia que encantou muita gente em todo o mundo e fez tanto sucesso que instigou o autor a dar sequências exaustivas à história.


J. J. Benítez narra em Operação Cavalo de Troia a missão de um cientista que voltou no tempo dois mil anos e acompanhou de perto os últimos dias de vida de Jesus Cristo, registrando detalhes que de outras formas, senão por testemunho ocular, seriam bem complicados de ser descritos. Provavelmente foi esse fato que fez o autor ganhar tantos fãs.

É claro que essa é uma história de ficção, mas muita, muita gente mesmo crê que de fato esse cientista foi com sua máquina do tempo, apelidada de berço, até o ano 33 d.C. e vivenciou de perto tudo o que o Filho de Deus sofreu. O que eu posso dizer? Não acredito na veracidade dessa narrativa, ou melhor, no fato de o cientista ter voltado no tempo e tal, porque muito do que foi narrado no livro é fidelíssimo às histórias contadas na Bíblia. No entanto, o livro é muito bom por vários motivos: primeiro por ter estimulado a fé de seus leitores, depois por ter contado detalhes da história e dos costumes do povo da época, sendo muito fiel aos relatos de outros estudos mais aprofundados das Escrituras Sagradas, e da história daquele local e daquela época, e terceiro por ter descrito a grandeza e a divindade do Salvador da maneira respeitosa como deve ser feita, além de outros aspectos que não valem a pena ser expostos aqui, mas sim degustados pelos próprios leitores. Só não posso deixar de mencionar que o autor viaja em alguns acontecimentos e modifica de uma forma até mesmo incoerente fatos que já são naturalmente sobrenaturais. Como li só o primeiro e já faz tempo, vou opinar apenas a respeito do primeiro volume da série.

Minha nota: 8,0
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