Debate de Hoje: O cãozinho doméstico

Como já relatei em outras ocasiões, tenho uma bela e amada cachorrinha, a Tita. Sempre tive bichinhos comigo, desde os três anos, e nunca, jamais sofri com problemas de saúde decorrentes do contato com os animaizinhos. Porém, uma discussão surgiu em nossa família depois que, ao levar a minha pipoquinha Kaline ao médico devido a uma tosse alérgica que sofreu, ao que tudo indica, em decorrência da umidade, o doutor sugeriu que os pêlos dos animais possam ocasionar doenças pulmonares. Depois de debates e mais debates, preferimos deixar a Tita na casa de minha sogra, pelo menos até o fim do ano, até nos certificarmos de que a Kaline não tenha problemas por causa da Tita. Eu, com minha inabalável teimosia, disse que quase todos os médicos com quem já conversei afirmaram que o contato da criança com o cachorro não faz mal nenhum. A pediatra da Kaline, Kellen, em quem sempre confiei, disse na primeira consulta, quando a Kaline tinha 25 dias, que, desde que o animal seja vacinado e limpo, mesmo morando em apartamento, não afeta prejudicialmente o bebê. Ao contrário, ajuda a fotalecer o metabolismo infantil, aumentando a imunidade e é extremamente benéfico para o desenvolvimento psicosocial e motor do bebê.



O que constatei com toda essa história é que essa divergência de ponto de vista não tem nada de científico, mas é tudo totalmente opinativo. Afinal, faz bem ou mal esse contato entre bichinho e criança? Só pra constar, já levei a Kaline em uns 20 pediatras, apenas um deles disse que cão e bebê sob o mesmo teto não faz bem. Acho que ele não gosta de cão dentro de casa e soltou essa pra expressar a opinião pessoal.

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